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Voce acha mesmo que seu filho precisa de mais um brinquedo para ser Feliz?


Como é de costume, as crianças esperam receber presentes no próximo dia 12, o Dia das Crianças. E os pais, por sua vez, vão sair para as compras. No mês das crianças, a publicidade surge com força total. Isso, se reflete no consumo de matérias-primas,  energia, água, esgotos industriais, produtos químicos, petróleo, transporte, embalagens, emissão de gases de efeito estufa e diversos resíduos. É inevitável, todo ato de consumo causa impactos positivos e negativos sobre a natureza, a sociedade e a economia. Por isso devemos consumir diferente, sem desperdícios, ampliando assim os impactos positivos e reduzindo os negativos.
O desafio, portanto, é consumir de forma sustentável. Vencer este desafio já é um belo presente para todas as crianças. Isso também significa preocupação com o bem estar dos cidadãos do futuro e ensinar, desde cedo, a responsabilidade do consumidor em relação à conservação da natureza, às relações sociais e na construção de uma economia sólida e sustentável.
É importante que as crianças sejam educadas para entender que o consumo de cada um tem um impacto social, ambiental e econômico. No momento em que as crianças percebem que ao comprar, usar e jogar fora um objeto, por exemplo, nós estamos gerando lixo, as coisas começam a ficar mais claras para elas.




Da mesma forma, é preciso explicar que a imagem que a publicidade vende, de que consumir traz felicidade, não é verdadeira, e que muitas vezes nossas vontades não serão cumpridas. A criança precisa de limites e dizer NÃO é fundamental.

Não existem consequências graves ou traumas aos pequenos quando estes têm seus pedidos negados. O "não poder" e o "não ter" fazem parte de toda a vida e é muito interessante e produtivo acostumarmos as crianças desde cedo a esta peculiar situação. Não se trata de dinheiro e sim de valores. Que valores estamos passando às crianças hoje em dia? Não é porque os pais têm dinheiro que os filhos devem ganhar tudo o que querem.


Devemos ensinar as crianças que existem mais coisas no universo para serem admiradas, observadas, respeitadas, além do que existe em uma loja, e ampliar o leque de opções dos pequenos.
Para não tornar a data extremamente mercadológica, os pais devem pensar em formas alternativas de presentear a criança. Ao invés de comprar um novo brinquedo, um jogo eletrônico ou um celular, os pais poderiam levar as crianças para um passeio cultural ou recreativo.
Uma ótima oportunidade para juntar a família e, em conjunto, fazer um piquenique com uma refeição ao ar livre, trocar ideias, afeto, contar às crianças sobre suas memórias de infância, cheiros, cores e sabores, sempre conectando com o meio ambiente, brincadeiras e muitas outras coisas.

Sair da rotina é sempre bom e melhor ainda se trouxer novos estímulos aos pequenos. Na impossibilidade de viajar ou passar alguns dias em um sítio ou fazenda, um passeio ao parque ou uma visita ao zoológico são boas alternativas para reunir a família e se desligar um pouco da televisão e dos jogos eletrônicos. Levá-las a praças, parques ou zoológicos: as crianças adoram passeios ao ar livre.


É uma oportunidade para ensinar a elas a relação que nós, seres humanos, temos com tudo que nos rodeia e a importância de conservar os seres vivos, como plantas, árvores e animais. Priorizando sempre parques e zoológicos que têm espécies em vias de extinção  aproveitando assim, para reforçar a necessidade de conservar o meio ambiente. Muitos parques têm estrutura para a prática de atividades físicas, como andar de bicicleta, jogar bola ou, simplesmente, correr.


Outra opção é a leitura, as editoras brasileiras já contam com uma rica diversidade de livros infantis, de autores nacionais e estrangeiros, que mostram às crianças, de forma simples e educativa, a importância de respeitar e preservar a natureza e o próximo.

As crianças crescem rápido e logo enjoam dos presentes recebidos em outras ocasiões. Uma boa iniciativa é sugerir a doação de brinquedos em bom estado a orfanatos e outras instituições. Além de fazer o bem, a ação ensina princípios como cidadania, responsabilidade ambiental e consumo consciente.
Atualmente, poucas crianças conhecem a sensação de brincarem tendo como centro das atenções elas mesmas e suas próprias energias. Amarelinha, Esconde-Esconde, Mãe da Rua, Estátua, Elefante Colorido e diversos outros passatempos estimulam a criatividade e o exercício físico.


Sem falar na obesidade infantil que atualmente é considerada uma consequencia do consumo infantil desenfreado e que vem sendo bastante discutida pela mídia. Cada vez mais as crianças são induzidas a consumir alimentos ultra-processados e com alto teor de sal, gorduras e açúcar. Os apelos são inúmeros: publicidades na TV, embalagens com desenhos divertidos e coloridos, venda de brindes com alimentos, etc.


Ainda tem a questão da adultização infantil. As meninas de hoje, por exemplo, estão cada vez mais parecidas com as mulheres: vestem roupas iguais, fazem a unha e escova nos cabelos, usam salto alto e maquiagem – tudo produzido na versão mirim. Só que são apenas meninas, às vezes bem pequenas, que não estão preparadas para lidar com o mundo adulto. São muitos os problemas, como estresse familiar, violência, consumo precoce de álcool e a diminuição das brincadeiras criativas. O consumismo tira o espaço e o tempo de ser criança.


Vários estudos mostram que a publicidade tem um papel importante no consumo infantil.  Para isso é preciso educação e regulação. É necessário conscientizar pais e educadores sobre o problema do consumismo na infância e seus impactos no desenvolvimento dos pequenos.
É muito importante que a família e os educadores desenvolvam um trabalho conjunto quanto à tomada de consciência e demonstrem isso em posturas visíveis no dia-a-dia, para que auxiliem as crianças a compreender o sentido dessas ações
Paremos para refletir. Olhemos para a infância que nos circunda e rememoremos nossa experiência infantil. Assim, talvez possamos subverter a ordem estabelecida do consumismo desenfreado e encontrar uma forma mais sincera de homenagearmos nossas crianças.  

 

"Todos pensam em deixar um planeta melhor para nossos filhos...Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"


Esse post  é a minha participação na Teia Ambiental . Esta blogagem coletiva organizada pela Flora e Gilberto, acontece todos os dias 7 de cada mês desde 2010. Vim conhecer essa linda iniciativa através da querida Rute
  Participe você também, o ambiente agradece!


Imagens: www.google.com 



 EXCELENTE DOMINGO A TODOS













Desastres Naturais - De quem é a culpa?




Desde 2000, as Nações Unidas lançaram a Estratégia Internacional para a Redução de Desastres (ISDR) para dirigir-se às causas subjacentes da vulnerabilidade e para construir comunidades resistentes a desastres promovendo o aumento na consciência das pessoas para a importância da redução de desastres como um componente integral de um desenvolvimento sustentável com o objetivo de reduzir as perdas humanas, sociais, econômicas e ambientais devido aos perigos de todos os tipos.

O cenário natural do Brasil, tradicionalmente famoso por quase não ser acometido por desastres como terremotos, maremotos, tufões e tornados, vem mudando recentemente, desde que se registrou no mundo que a temperatura global tem aumentado, em função das mudanças climáticas. Hoje, principalmente no verão, já é realidade ocorrências como enchentes de grandes proporções, que terminam em deslizamentos de terra, inundação de cidades e, não só com perdas materiais, mas registram-se mortes e vê-se famílias inteiras desabrigadas.

O que fazer em caso de enchentes? E com relação aos deslizamentos de terra, ou chuvas com ventos fortes, como agir nessas situações? No Brasil, as principais causas relativas aos desastres naturais são de ordem climática, incluindo as fortes chuvas e suas inevitáveis consequências, como as inundações, tempestades de raio e deslizamento de terra. Para saber que procedimentos a população deve seguir em situações de risco, o site do
Globo Ecologia conversou com o coronel Sérgio Simões, secretário de Estado de Defesa Civil e Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro. Lembre-se, em caso de emergência, uma das primeiras coisas a fazer é entrar em contato com o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193, ou com a Defesa Civil de seu município.

Como o cidadão deve proceder em caso de enchentes? Fique atento às previsões e aos comunicados das autoridades, especialmente da Defesa Civil. De forma geral, é importante manter-se longe dos locais baixos, onde exista um histórico de acúmulo de águas de chuvas. Se possível, fique onde você já está, e evite deslocamentos sem que haja real necessidade. Escolha um local, previsto anteriormente, que seja seguro, onde você e sua família possam se alojar no caso de uma enchente.
Caso o local no qual esteja comece a encher, busque um ambiente seguro, de preferência deslocando-se em grupo. Durante esse deslocamento em áreas cheias, mantenha os calçados nos pés, eles previnem ferimentos e contaminações. Nunca volte a um local inundado, ou se coloque em risco para resgatar bens. Lembre-se de que o maior bem é a sua vida. Se precisar de algo que ficou em casa, peça ajuda à Defesa Civil, ou ao Corpo de Bombeiros.
Não deixe crianças sozinhas trancadas em casa e  mantenha sempre à mão água potável, roupa e remédios para o caso de ter que sair rapidamente de sua casa. Conheça o centro de saúde mais próximo da sua residência, pode ser necessário. Como medidas preventivas, recomendamos não jogar lixo em terrenos baldios, ou na rua. Da mesma forma, não descarte sedimentos, troncos, móveis, ou quaisquer materiais no leito dos rios. Todas essas ações agravam os fenômenos naturais associados às enchentes.

O que fazer após as inundações? Após a inundação, podemos adotar as seguintes medidas: enterre animais mortos e limpe os escombros e lama deixados pela inundação, lave e desinfete os objetos que tiveram contato com as águas da enchente, retire todo o lixo da casa e do quintal e o coloque para a limpeza pública, raspe toda a lama e o lixo do chão, das paredes, dos móveis e utensílios e não consuma alimentos que tiveram contato com ela. Além disso, observe se sua casa corre o risco de desabar

Como é possível prever que uma chuva ocasionará enchentes? Quando sair do trabalho, ou de casa, com segurança?- Infelizmente, as enchentes nem sempre ocorrem esperadamente. Entretanto, recomendamos atenção à previsão do tempo, especialmente no verão, época em que as tempestades costumam ser mais severas. Se você percebe que uma tempestade está se formando ou já começou, evite deslocar-se.

Se um cidadão está preso com o seu carro no trânsito e a rua começa a encher, o que fazer?- Depende muito da situação. Como regra geral, devemos abandonar o veículo e buscar um local seguro. Mas, se houver uma correnteza muito forte do lado de fora e o veículo estiver estável, pode ser melhor se abrigar nele. De qualquer forma, acione o Corpo de Bombeiros e peça ajuda às pessoas que, porventura, estejam próximas.


E qual é o melhor momento para abandonar o veículo e procurar ajuda?- Avalie se você consegue buscar um local seguro sem se expor a um grande risco de afogamento, ou de ser arrastado por uma correnteza. O melhor momento para abandonar o veículo é antes que o nível da água suba muito. Se a água está no joelho, já há perigo se ser arrastado. Na dúvida, abandone logo o veículo. Pense sempre: “Se continuar chovendo, como estará a situação daqui a uma hora?”.


No caso de enxurradas, o que a pessoa deve fazer?- Os procedimentos são similares àqueles recomendados para enchentes. Entretanto, o cuidado deve ser maior, pois as correntezas são mais severas. Nem sempre a correnteza é visível. Em alguns casos, a superfície parece estável, mas existe um fluxo intenso de água. A regra é só se deslocar em caso de extrema necessidade.

Durante as enchentes, é seguro ficar dentro de ônibus?- O ônibus, por ser mais pesado que um automóvel normal, é mais estável. Entretanto, também pode ser arrastado por uma correnteza de grandes proporções. O ideal é que se saia do ônibus e busque local seguro, assim como no caso do automóvel.



O que as pessoas que moram nas áreas de risco devem fazer em caso de chuva forte?- Quando a comunidade possui sistema de alerta e alarme por sirene, fique atento às mesmas e siga as diretrizes da Defesa Civil. Se a chuva ficar muito intensa e você estiver em dúvida se o local está comprometido, retire-se para um ambiente seguro.

Em área de risco, desligar gás e luz das casas faz sentido? Quais seriam as outras recomendações?- Em uma situação de emergência, quando se vai abandonar a residência, é recomendável desligar a luz e fechar o registro de gás e água. Caso seja possível, feche bem as portas e janelas. A recomendação mais importante é não hesitar, em hipótese alguma, em deixar a casa. Muitas pessoas são vitimadas por insistirem em permanecer em suas casas, ou mesmo por voltarem para buscar pertences.

O que fazer em casos de deslizamentos de terra?- Os deslizamentos são responsáveis por inúmeras vítimas fatais e grandes prejuízos materiais. Se você está morando em uma área de risco, tenha ciência do plano de evacuação, pois ele pode salvar a sua vida e a de seus vizinhos. Caso a localidade onde a pessoa more ainda não tenha esse plano, converse com o prefeito, ou o coordenador de Defesa Civil Municipal. No caso de ocorrer um deslizamento de terra, retire-se imediatamente da região e acione o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil. Lembre-se de que a área de deslizamento é instável e novos escorregamentos de terra podem acontecer. São indicativos de deslizamento iminente o aparecimento de fendas, depressões no terreno, rachaduras nas paredes das casas, inclinação de tronco de árvores, de postes e o surgimento de minas d’água.

Se a casa do vizinho desabou, o que deve ser feito: socorrer ou chamar ajuda?- Acione de imediato o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil. A área de deslizamento é muito instável, então não é seguro ficar no local. Siga sempre as orientações dos agentes de Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros.

Quais medidas podem ser tomadas para evitar deslizamentos?- Como medida preventiva, chamamos atenção para os seguintes pontos: é fundamental que a população não construa moradias em áreas de risco, ou seja, locais acima ou abaixo de barrancos que possam deslizar. Não se deixe enganar por promessas fáceis e ilusórias para obter um lote, ou uma casa, em morros, ou áreas de risco. Os perigos de desastres são muito altos. Se perceber que uma moradia está construída ou sendo erguida em área de risco, informe isso à Defesa Civil Municipal e procure conscientizar o morador do perigo a que ele está se expondo.


Além disso, não desmate morros e encostas para assentamento de casas e outras construções; tampouco destrua a vegetação dessas localidades. Conserte vazamentos de água o mais rápido possível. Não deixar a água escorrendo pelo chão, pois isso fragiliza o solo. Não amontoe sujeira e lixo em lugares inclinados porque eles entopem a saída de água e também desestabilizam os terrenos provocando deslizamentos. Da mesma forma, não jogue lixo em vias públicas, ou barreiras, pois ele aumenta o peso e o perigo de deslizamento. Jogue o lixo e entulho em latas, ou cestos apropriados.

Não faça cortes nos terrenos de encostas sem licença da prefeitura, para evitar o agravamento da declividade. Em morros e encostas, não plante vegetais de raízes curtas, porque eles aumentam os riscos de deslizamentos. São exemplos de vegetais que não devem ser plantados em morros e encostas: mamão, fruta-pão, jambo, coco, banana, jaca e árvores grandes.
Recomenda-se plantar determinados vegetais para que a terra não seja carregada pela água da chuva. Perto das casas podem ser cultivadas pequenas fruteiras, plantas medicinais e de jardim, tais como: goiaba, pitanga, carambola, laranja, limão, pinha, acerola, urucum, jasmim, rosa, pata-de-vaca, hortelã, cidreira, boldo e capim santo. Nas encostas pode-se plantar: capim braquiária, capim gordura, capim-de-burro, capim sândalo, capim gengibre, grama germuda, capim chorão, grama pé-de-galinha, grama forquilha e grama batatais.

O que fazer em caso de furacão ou tempestade tropical com ventos fortes?- Antes da ocorrência dos vendavais, recomenda-se revisar a resistência de sua casa, especialmente a estrutura de apoio do telhado. No caso de furacão, o ideal é possuir abrigo subterrâneo. Nas tempestades com ventos fortes, recomendamos buscar abrigo no interior das construções de alvenaria, ficando longe das janelas ou objetos que possam ser projetados com o vento. Desça também para o piso todos os objetos que possam cair.

Em caso de chuva com raios, que recomendações seguir?- Para não ser atingido por raios, recomendamos evitar lugares que ofereçam baixa proteção, tais como celeiros, tendas, barracos, ou veículos sem capota, incluindo tratores, motocicletas ou bicicletas. É preciso também não estacionar próximo a linhas de energia elétrica e árvores, evitando abrigar-se embaixo delas. Afaste-se de estruturas altas, tais como torres, linhas telefônicas e de energia elétrica e não permaneça em áreas abertas, como campos de futebol, quadras de tênis, estacionamentos, alto de morros, topo de prédios, cercas de arame, varais metálicos e trilhos. Quando dentro de casa, não use o telefone com fio, não fique próximo a tomadas, canos, janelas, portas metálicas, ou equipamentos elétricos ligados na tomada.



Como o cidadão pode acompanhar os alertas emitidos pelas autoridades?- Pela televisão, rádio e, principalmente, por meio dos alertas e alarmes do sistema de sirenes. Além disso, os líderes comunitários capacitados pela Defesa Civil também auxiliam no processo de difusão de informações.


Todos esses recursos foram integrados dentro do Programa de Proteção e Preparação de Comunidades Contra Desastres Naturais para que a população receba os alertas e alarmes no momento de necessidade. As condições climáticas são monitoradas com o auxílio dos órgãos citados. Os agentes de defesa civil especializados em gestão de desastres avaliam esses dados e, quando necessário, enviam alertas às comunidades afetadas. Se a ocorrência evoluir, são disparados os alarmes. A partir daí, os agentes capacitados pela Defesa Civil iniciam o procedimento de evacuação, deslocando a população para os pontos de apoio.

Fonte: www.globoecologia.com.br
Imagens: www.google.com.br

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Fogos de Artíficio - Um espetáculo poluente e assustador

Todo último dia do ano costuma ser um verdadeiro espetáculo pirotécnico. É uma tradição quase que mundial. No Brasil consta até em orçamento público de muitas cidades os gastos com a queima de fogos na virada. Mas ao mesmo tempo em que encanta os expectadores que assistem a explosão de cores nos céus, o encanto passa longe dos animais, que sofrem com o barulho das explosões que superam, em alguns casos, mais de 120 dB; sem falar que a queima dos produtos químicos que dão o brilho gera gases poluentes.
As brilhantes cores dos fogos de artifício são resultado da queima, em alta temperatura, de sais de metais como o bário, o magnésio, o cálcio e do nitrato de estrôncio que, além do gás carbônico, produzem poluição na atmosfera provocando prejuízos à saúde. Em 2005, por exemplo, a capital mexicana amanheceu com altos níveis de poluição devido à queima de fogos de artifício durante as comemorações do Ano Novo e a população teve a recomendação de não praticar atividades ao ar livre até os níveis de poluição não voltarem aos patamares aceitáveis.  Fazendo uma comparação, o presidente da gestora de resíduos Lipor, Macedo Vieira, afirmou que uma noite de fogos de artifício em Londres polui mais do que uma incineradora durante um ano.



Fogos de artifício são tóxicos para os seres humanos.
Dependendo do efeito pretendido, os fogos de artifício produzem fumaça e poeira que contém vários metais pesados, compostos de enxofre, carvão e outros produtos químicos nocivos. Bário, por exemplo, é usado para produzir cores verdes brilhantes, apesar de serem venenosos e radioativos. Compostos de cobre são usados para produzir as cores azuis, mesmo contendo dioxina, que tem sido associada ao câncer. Cádmio, lítio antimônio, rubídio, estrôncio, chumbo e nitrato de potássio também são comumente usados para produzir efeitos diferentes, mesmo que eles possam causar uma série de doenças respiratórias e outros problemas de saúde.
 
Fogos de artifício contribuem para a poluição ambiental
 
 
Os produtos químicos e metais pesados usados em fogos de artifício também têm o seu preço sobre o ambiente, por vezes, contribuindo para a contaminação da água para o abastecimento e até mesmo chuva ácida. Seu uso também provoca um grande depósito de lixo físico no solo e na água, mesmo a quilômetros de distância. Como tal, alguns estados dos EUA e os governos locais restringem o uso de fogos de artifício, de acordo com diretrizes estabelecidas pela Lei do Ar Limpo.
 
O uso de fogos de artifício está aumentando em popularidade em todo o mundo, incluindo em países sem padrões de poluição do ar estrita. De acordo com The Ecologist, celebrações do ano novo, em 2000, causaram a poluição ambiental em todo o mundo, enchendo o céu em cima de áreas povoadas por “cancerígenos compostos de enxofre e arsênico no ar.”

Não somente gera impacto sobre a poluição atmosférica. A poluição sonora gerada assusta as aves e outros animais que mudam os seus comportamentos, alterando a rotina e, muitas vezes, provocando a migração. Para os cães, um verdadeiro pesadelo. De audição extremamente aguçada e sem entender o porquê de todo o barulho, eles se assustam, e muitos entram em pânico, correndo em desespero. Isso pode causar tristes infortúnios, como fugas, acidentes (como atropelamentos) e até convulsões ou arritmias seguidas de morte dependendo do estresse do animal.



 Com relação a estes, estatísticas de organizações não governamentais mostram que é durante as explosões de fogos nas tradicionais festas que acontece o maior número de fugas e atropelamentos de animais.
Outro ponto crítico é que o material utilizado para fazer os fogos é dificilmente reciclável, as substâncias tóxicas dificultam o processo, pois seu manuseio pode ser danoso a saúde. E ainda existe o risco de partes não acionadas do explosivo, virem a explodir durante a reciclagem. Por isso varias empresas recicladoras não recebem fogos de artifício.²
Além de tudo isso. Sem contar das pessoas que compram e soltam por conta os fogos. Você sabe quanto a prefeitura da sua cidade gasta com esse tipo de investimento? Será que vale a pena tantos prejuízos?



Imagens: www.google.com
Fontes: www.sosmeioambiente   - www.noticiaanimal.com.br

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Ótimo Final de Semana a Todos


 

Árvore dá Vida


Vocês sabem o que as árvores representam para nós? 

O efeito estufa é um fenômeno natural e imprescindível para a vida na Terra? Os Gases do Efeito Estufa (GEE) são responsáveis pela formação de uma película que esquenta o planeta, em média, 33 graus. É isso que permite a presença de água no estado líquido, tão indispensável para o desenvolvimento da vida. Sem esses gases, a temperatura da Terra cairia para 18 graus negativos e, obviamente, muitas espécies deixariam de existir. O problema que estamos enfrentando hoje é o agravamento do efeito estufa. As altas quantidades de dióxido de carbono CO2) emitidas pelo homem, especialmente por causa do uso de combustíveis fósseis, vêm contribuindo para o aquecimento global.


Esse monte de carbono acumulado na atmosfera vem preocupando estudiosos e ambientalistas. Há riscos de escassez de água e alimentos, propagação de doenças, desaparecimento de várias espécies de animais e plantas e aumento de tempestades, enchentes e erosões - ou seca completa em outras regiões. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostram que uma área de 30% a 60% da Floresta Amazônica, se ficar mais quente e seca, pode se transformar em uma savana.


Terras agrícolas em toda a América Latina também podem desaparecer, contribuindo para a falta de alimentos. E o excesso de calor ainda pode derreter as geleiras, aumentar os níveis dos oceanos e, conseqüentemente, deixar cidades inteiras submersas. Enquanto não se populariza o uso de biocombustíveis e energias alternativas, a solução é encontrar maneiras de "capturar" o carbono presente no ar e tirá-lo de circulação. E uma delas é o chamado sequestro de carbono.
O sequestro de carbono é um processo de remoção do gás carbônico da atmosfera. A própria natureza já é, por si só, uma grande agente. Oceanos, florestas e outros organismos que fazem uso da fotossíntese capturam o carbono do ar e lançam oxigênio na atmosfera. As árvores são consideradas boas "sequestradoras", pois precisam de alta quantidade de carbono para se desenvolverem, então se encarregam naturalmente de tirar esse elemento do ar. Não é à toa que o plantio delas e a recuperação de áreas plantadas vêm sendo considerados uma prioridade.



Por mais que as árvores façam sua parte, o trabalho delas ainda não é suficiente. "Elas exercem funções de extrema importância, como a manutenção da umidade e a preservação dos habitats. Porém, para  reter o gás carbônico em uma escala que possa estabilizar e diminuir as concentrações atmosféricas, seria necessário cobrir o mundo de verde continuamente", afirma Eduardo Maia, Gerente de Projetos do Centro de Excelência em Pesquisa sobre Armazenamento de Carbono (CEPAC), da PUC-RS. Segundo o pesquisador, as árvores têm um período de vida relativamente curto. Uma vez que completam seu ciclo de crescimento, a retenção de gás carbônico fica equilibrada com sua respiração, emitindo, assim, todo o CO2 que ela armazena durante a fotossíntese.


Aqui no Brasil, a Petrobras tem partido para a injeção de carbono em larga escala na Bacia de Santos, sob o mar, e na Bahia, em terra. A estimativa é de atingir um patamar de até 10 milhões de toneladas anuais de gás carbônico capturados até 2014. Se essa meta for alcançada, este será um dos maiores projetos de sequestro geológico de carbono do mundo.

Se enterrar o gás carbônico pode ser uma solução, reaproveitá-lo também. Segundo Eduardo, o carvão presente em alguns reservatórios subterrâneos retém o CO2 libera gás metano, que pode ser comercializado ou aproveitado como fonte de energia. Já as petrolíferas podem injetar o CO2 em campos maduros e, por meio da pressão, aumentar o potencial de extração - com o gás, o petróleo fica mais fino e mais fácil de ser retirado. "Com isso, é possível retirar cerca de 40% de óleo que está retido no reservatório e que não seria possível retirar por outros meios", afirma o pesquisador.
O custo da implantação dessas formas artificiais de sequestro de carbono ainda é bastante alto. Somente a captura e a compressão do gás carbônico respondem por 80% dos custos. Os outros 20% ficam por conta do transporte e da injeção. Para baratear esse processo, vêm sendo desenvolvidos estudos em todo o mundo, para que a descarbonização geológica passe a ser uma alternativa viável. Ainda há outros problemas: a localização de reservatórios seguros para a estocagem e a falta de estudos de impacto ambiental que concluam se estas são realmente boas alternativas para ajudar a salvar o planeta.

Enquanto isso podemos fazer nossa parte, plante uma árvore na calçada da sua casa por exemplo, ou no seu jardim, no quintal veja algumas dicas

Por se tratar de uma área que fica junto à rua, deve-se observar se há ou não fios elétricos próximos e se as raízes da planta não são agressivas a ponto de estourar o piso da calçada enquanto crescem. Se houver fios, são indicadas árvores de baixo a médio porte, como:
 Resedá

Pata de Vaca


 Ipê Amarelo
 (somente o amarelo) pois os ipês de outras cores tendem a ser mais altos.
 Se não houver fios elétricos, a melhor opção são as árvores de maior porte, como o:

 Jacandara-Mimoso

Magnólia

 Palmeira

 Todas essas árvores possuem raízes delicadas e estão de acordo com as normas das prefeituras. É bom ficar atento às árvores muito utilizadas, mas que, em razão das raízes grossas, não deveriam ser plantadas na rua porque danificam a calçada. Por exemplo


Fícus-elástica (conhecida como falsa-seringueira)

 Fícus-benjamim 

Flamboyant

 Chorão

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Há quem passe por um bosque e só veja lenha para a fogueira.

Leon Tolstói


Todo jardim começa com uma história de amor, antes que qualquer árvore seja plantada ou um lago construído é preciso que eles tenham nascido dentro da alma.
Quem não planta jardim por dentro, não planta jardins por fora e nem passeia por eles.


 ÓTIMO FERIADO A TODOS

ILHA DE PÁSCOA - UM ALERTA


Entre meio as festividades da Páscoa, escolhi o tema de hoje  na minha participação da Blogagem Coletiva Teia Ambiental, sobre a Ilha de Páscoa.
Conhecido por ter erguido enormes estátuas de pedra, o povo rapanui deixou de existir por que não foi capaz de preservar o lugar em que vivia: A Ilha de Páscoa. Seu legado sombrio nos serve de alerta
A história do colapso ambiental ocorrido, e o consequente declínio da sua civilização mostram como podemos ser nossos maiores inimigos.

O único voo regular até a Ilha de Páscoa costuma chegar ao aeroporto da pequena vila de Hanga Roa à noite. Debaixo de um céu absurdamente estrelado, gente dos 4 cantos do mundo não esconde a ansiedade. Ainda é preciso esperar algumas horas para ficar frente ao maior tesouro do território habitado mais isolado da Terra, os majestosos moais. As 887 estátuas de pedra vulcânia, esculpidas durante séculos pelo povo rapa nui, espalham-se pela ilha e transformam-na em um museu a céu aberto. Infelizmente, elas também são o símbolo maior de uma história trágica de desrespeito ao meio ambiente e exploração desenfreada de recurso naturais. Na verdade, seria mais apropriado chamar o território de 163 quilômetros quadrados de cemitério a céu aberto.
O processo de formação, apogeu e declínio da civilização rapa nui é o mais pungente exemplo de colapso ambiental já documentado



Instalados em um verdadeiro paraíso, os clãs ali estabelecidos passaram a cultuar seus ancestrais, representados na forma dos moais. Até a última árvore as estátuas eram esculpidas aos pés do vulcão Rano Raraku, um dos tres da ilha, e depois transportadas a altares cerimoniais localizados à beira-mar, a dezenas de quilometros de distância. Para tanto, uma técnica especial foi desenvolvida. Deitados, com as costas para baixo, os moais eram rolados sobre troncos de uma palmeira endêmica da ilha em um processo que poderia levar vários dias, e consumir centenas de árvores.


Graças ao furor religioso e à competição entre clãs, mais de mil estátuas foram esculpidas, o que levou à extinção da planta. Esse único fato provocou uma reação em cadeia: sem as árvores, as aves migratórias que faziam parte da dieta dos ilhéus simplesmente sumiram.
Com o fim do suprimento de matéria prima para a construção de canoas, a pesca em águas infestadas por tubarões também foi interrompida. Um quarto dos alimentos de Rapa Nui era consumido no processo de produção e transporte dos moias: atividade que envolviam entre 50 e 500 pessoas de cada vez.

Conforme as palmeiras eram arrancadas, uma série de problemas no solo começou a aparecer. "A terra de cultivo ficou exposta ao sol, ao vento e à chuva", afirma o arqueólogo Claudio Cristino, da Universidade do Chile, um dos maiores estudiosos de Ilha de Páscoa.
O solo sofreu erosão e muitos vilarejos ficaram inabitáveis, pois nada brotava ao seu redor. "Com a destruição dos solos férteis, não é difícil imaginar drásticos períodos de fome em Rapa Nui. Tensões sociais extremas causaram conflitos e a população da ilha, que teria chegado a 15 mil pessoas, começou a diminuir", diz Cristino, autor de 1000 Años en Rapa Nui ("1000 anos em Rapa Nui", sem tradução para o português).



Será que seguiremos o exemplo de Rapa Nui nas próximas décadas? De certa forma, o desenvolvimento de nossa sociedade replica o formato de exploração de recursos naturais aplicado na construção dos moais. Se os ilhéus destruíram seu ecossistema em nome da fé, fazemos o mesmo em favor do progresso. O que muda, no fundo, é apenas a escala de grandeza. Só nos resta tomar atitudes concretas para a preservação de nosso planeta e torcer para que as futuras gerações não conheçam o gosto amargo do fracasso.

Fonte: www.istoe.com.br



Também estamos isolados. Também habitamos uma ilha. Até o presente momento, ainda que estatisticamente improvável devido às imensas dimensões do Cosmo, única em capacidade de suportar a vida. Nosso planeta é uma frágil ilha, perdido num canto escuro de nossa galáxia. E assim como os Pascoenses, ninguém virá nos salvar… de nossa ignorância…de nós mesmos.
É possível que ainda tenhamos alguma chance de manter nosso futuro como espécie, e pelo bem de todas as outras.




O bonito que faz feio


O nome como o conhecemos é o que caiu no popular. Na verdade, isopor é a marca registrada da Knauf Isopor Ltda, empresa que fabrica o poliestireno expandido (ou EPS, na sigla em inglês), descoberto na Alemanha em 1949.
O isopor é usado em diversos setores da indústria. Os mais vistos pelos consumidores são as embalagens, caixas térmicas e proteção para aparelhos e máquinas como televisão e geladeira, e produtos frágeis como remédios. Mas também é usado na construção civil, por ser bom isolante térmico e resistente a determinadas condições. Entra, por exemplo, na preparação de concreto leve lajes, telhas, forros e câmeras frigoríficas. 
Material de mil utilidades, o isopor, chega às nossas casas sob diversas formas: desde bandejas que acompanham alimentos como carne, legumes e frios, até como componentes de embalagens de eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos.

Quimicamente, o isopor consiste de dois elementos, o carbono e o hidrogênio. Por ser um plástico celular e rígido, ele tem as vantagens de poder apresentar-se numa grande variedade de formas e de ter aplicações bastante diversas. O isopor é reciclável. Para isso, deve estar limpo e separado de partes metálicas, de papel ou adesivos. No processo, é triturado e reduzido mecanicamente para formar pérolas (pequenas bolinhas).

 Após o aquecimento dos flocos em sistemas de extrusão, o ar é liberado e eles são fundidos. A máscara viscosa que é formada dá origem a objetos como clipes de papel, interruptores, caixas e materiais de escritório.
Isso tudo seria ótimo se ele não fosse tão danoso ao meio ambiente e difícil de reciclar. As razões são várias.
O processo de coleta e reciclagem do material não é tão simples. Como é leve, porém muito volumoso, o transporte acaba sendo caro. Sua composição: 98% de ar e 2% de plástico. Para que seja viável, as quantidades devem ser muito grandes e muitas cooperativas não estão preparadas – por isso, muitas nem se interessam pelo material. A maioria das cooperativas e empresas do setor de reciclagem sequer aceita doações, ao menos de pequenas quantidades do produto.
Isso quer dizer que, quando derretido, o volume final do isopor cai para 10% do que foi coletado. O isopor descartado de forma incorreta acarreta uma série de prejuízos à natureza: ocupa muito espaço nos aterros e lixões, que estão saturados e poderiam ser destinados a outros resíduos. Por ter a decomposição muito lenta e ser impermeável, prejudica o solo e impede a penetração de água. Quando não vai para reciclagem o isopor pode provocar diversos prejuízos. Se for destinado ao lixo, pode levar, conforme estimativas, 150 anos para se decompor, isso mesmo, deixam seu rastro no ambiente por um longo período de tempo.

Nos aterros sanitários, além de ocupar muito espaço e saturar com mais rapidez as áreas destinadas ao lixo, o que exige grandes investimentos públicos para a construção de novos aterros, a compactação causada pelos restos de isopor prejudica a decomposição de materiais biodegradáveis.
Quando cai em rios e mares, além de poluir, podem confundir os animais que pensam que é comida,  as pelotas de isopor – produto do esfacelamento desse material – são ingeridas por cetáceos e peixes ao serem confundidas com organismos marinhos, e, muitas vezes, acabam por matá-los.


Por fim, se for queimado, o isopor libera gás carbônico contribuindo, portanto, para a poluição do ar e para o aquecimento global.
O isopor é um bom aliado em muitos produtos. Hoje em dia, no entanto, é usado em muitas situações em que é possível evitá-lo. Para fazer a sua parte, prefira embalagens de supermercados para produtos como ovos e carne que não sejam de isopor. O mesmo vale para bandejas de frios e legumes. Quando comprar um produto, procure deixar a proteção de isopor na própria loja ou então faça o descarte na parte de “plástico” das lixeiras de coleta seletiva.
O consumidor consciente pode fazer a sua parte quando se dirigir ao supermercado, e mostrar que está atento às conseqüências causadas por aquilo que compra e seus efeitos posteriores.
Vamos tentar fazer nossa parte?

“Ambiente limpo não é o que mais se limpa e sim o que menos se suja.” (Chico Xavier)

 Fonte: www.abril.com.br
 Imagens: www.google.com


E para terminar, eu gostaria de ter feito algo que lembrasse o isopor, pensei logo na tapioca granulada e fazer uma sobremesa com ela, mas não encontrei assim em caráter de urgência, então fiz algo que lembrasse mais ou menos o isopor heheh
A canjica..... Fiz e meu pessoal adorou o tema de hoje...


Cozinhei um pacotinho de canjica, tomando o cuidado de deixá-la de molho ontem a noite
Depois de bem molinha, acrescentei 1 litro de leite, açúcar a gosto, cravo e canela. Adicionei pra ficar mais gostosa ainda, meia lata de leite condensado. 





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